25 abril 2011

O Restaurante no Fim do Universo - Desafio Literário 2011


Se o primeiro volume faz você rir como um bocó, efetivamente você vai ficar sem ar e molhar um pouco as calças lendo o “Restaurante”. Muito melhor que o “Guia”, que por si já é bem bom. Ironia das ironias, bem no começo do livro um inglês quase morre (e incidentalmente quase mata algumas pessoas) por uma xícara de chá.
 A Companhia Sirius continua atormentando o universo com seus produtos, somos apresentados a elevadores existencialistas que questionam o significado das limitadas opções de simplesmente subir e descer.

E, claro, Marvin is back! A porra do robô-emo efetivamente me fez exclamar um PUTA QUE PARIU em voz alta e letras garrafais durante o livro. Não se pode dizer que os companheiros de jornada efetivamente tratem Marvin da melhor maneira do universo, mas ele pede, de boa. Após ser esquecido num planeta desolado e estéril por, literalmente, centenas de milhares de milhões de anos até o fim do universo a bastarda criatura volta a encontrar o resto da cambada para então ser deixado para trás numa nave funerária preta (por dentro e por fora) destinada a se chocar num sol ardente. Mas algo me diz que ele volta. De novo.

Não deixe de atentar para o mundo que enfrentou um apocalipse econômico devido à proliferação de sapatarias.

Os óculos escuros anti-perigo me lembraram muito a estratégia de vida de muita gente.

Por fim, voto para construirmos urgentemente uma ARCA B e despachar aqui da terra.

Avaliação: 4 shots de Dinamite Pangaláctica

Um comentário:

Vivi disse...

Estamos curtindo mesmo a leitura, né? Está muito divertido isso. =)

Bjs