03 dezembro 2007

Da Igreja

"(...) e que Deus permita que se compreenda que insituições só servem a Deus se assumirem sua existência como contingencial, a fim de poderem se auto-renovar. E, para mim, não importa em que odre [o] vinho novo aparecerá. Eu só não consigo é enxergá-lo nos odres velhos, rasgados e viciados em suas próprias formas, métodos, aparências, emoções e conteúdos de ser e olhar a vida, que inegavelmente aí estão."


As vezes preciso concordar com Caio Fábio

2 comentários:

Luan Willian disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Luan Willian disse...

Assim como ética e moral humana não dever[iam] ser mutáveis, assim instituições que tentam se moldar e servir simultaneamente à ambos, tendem a se estagnar no seu próprio "molde de perfeição". Dizer que o que não muda é incerto, é dizer que Ele, é imperfeito, o que rompe o próprio raciocínio original.